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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Novo filme do Pearl Jam será exibido nos cinemas brasileiros

“Let’s Play Two”, novo filme do Pearl Jam, será exibido nos cinemas brasileiros no dia 7 de novembro.

O documentário, dirigido por Danny Clinch, mostra a apresentação da banda norte-americana no estádio Wrigley Field em 2016, do Chicago Cubs, time de baseball que o vocalista Eddie Vedder torce.

A lista de cidades brasileiras onde o filme será exibido, bem como a compra de ingressos, está no site oficial do Pearl Jam: https://pearljam.com/letsplaytwo/screenings/?country=BR
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Deep Purple divulga lyric video de “Bloodsucker” com imagens do Hellfest

 


O Deep Purple divulgou um lyric video para a faixa “Bloodsucker” do álbum “In Rock” de 1970.
No vídeo, a banda separou algumas imagens de sua apresentação no festival francês Hellfest que aconteceu no mês de Junho.

O lançamento do vídeo faz parte da divulgação da versão deluxe do álbum “inFinite”, “The inFinite Live Recordings, Vol. 1”.

Confira o lyric video de “Bloodsucker” logo abaixo:


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Courtney Love e Frances Bean lutam pela não divulgação de fotos da cena de morte de Kurt Cobain


Courtney Love e sua filha Frances Bean estão em uma batalha judicial contra a divulgação das fotos do corpo de Kurt Cobain, no dia de sua morte. De acordo com a imprensa internacional, o jornalista Richard Lee afirma que o líder do Nirvana foi assassinado.

Cobain morreu em abril de 1994, após tirar sua própria vida com uma espingarda. Entretanto, há 23 anos, o jornalista e teórico da conspiração Richard Lee tenta comprovar sua tese de que o músico não foi vítima de suicídio, mas sim que teria sido assassinado.

Agora, segundo o The Blast, Courtney Love e Frances Bean estão enfrentando um processo judicial contra Lee e sua tentativa de divulgar fotos policiais, registradas na cena de morte de Kurt Cobain. Ao que tudo indica, as fotos mostram o corpo de Kurt Cobain “deitado na residência da família, após ter levado um tiro na cabeça.”

No passado, Richard Lee já havia tentado divulgar as fotos e chegou a processar o Departamento de Polícia de Seattle, mas saiu sem sucesso. Em 2016, ele iniciou uma nova campanha.

A família do vocalista do Nirvana defende que o compartilhamento dessas imagens “não só agravaria o estresse pós-traumático que Frances Bean Cobain sofreu desde a infância, mas a comprometeria fisicamente, assim como sua mãe, e encorajaria mais perseguidores perturbados e ameaças fanáticas.”
Courtney Love afirma que Richard Lee tem “perseguido e assediado” sua família por muitos anos e ainda descreveu a perda de Kurt como a mais traumática experiência de sua vida. “Isso me deixou fisicamente perturbada e ainda sofro emocionalmente com a perda do meu marido até hoje,” disse ela. Frances Bean complementou a fala da mãe afirmando que “teve que lidar com o trauma da morte de seu pai por toda sua vida.”

Fonte: Mari Pacheco – Portal Rockline
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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Metallica: desconsolado, youtuber toca riff por duas horas sem parar


No dia 22 de outubro, um guitarrista alemão chamado Sascha Rissling resolveu fazer uma live no youtube. Até aí tudo bem. Mas por algum motivo que não ficou claro o sujeito, que parecia desconsolado, resolveu tocar por duas horas o riff de "Some Kind Of Monster", gravado pelo Metallica no álbum "St. Anger", de 2003. Duvida? Então confira abaixo o registro que ficou gravado em vídeo, avance e veja por si mesmo.





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Marilyn Manson: Twiggy Ramirez demitido da banda



"Eu decidi me separar do Jeordie White como um membro da MARILYN MANSON. Ele será substituído para a turnê vindoura. Desejo-lhe o bem."


Como postado anteriormente aqui no Whiplash.net, TWIGGY foi recentemente acusado de estupro por uma ex-namorada, Jessicka Addams, líder da banda de Riot Grrrl JACK OFF JILL. O baixista ainda não se pronunciou oficialmente sobre as acusações.

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Guns N' Roses: "Internet, a grande lata do lixo", por Axl Rose



Em 2001, vocalista do Guns N’ Roses deixava de lado a Internet e ‘previu’ onda de haters

Em meio àquele histórico e emotivo discurso no dia 14 de janeiro de 2001, durante show na 3ª edição do ROCK IN RIO, Axl Rose trouxe palavras a respeito da Internet que hoje podem ser analisadas como ‘proféticas’. O segundo show de retorno do GUNS N’ ROSES, marcando a primeira aparição pública do frontman após 7 anos de reclusão, teve de tudo um pouco: desde a apresentação de músicos e músicas novas ao público, até o emocionante discurso em que revelou ao mundo a assistente pessoal brasileira Beta Lebeis, passando por considerações críticas acerca da World Wide Web (Rede Mundial de Computadores), em um tempo em que ela ainda não era repleta de redes sociais e sem a disseminação de ódios.

Na verdade, aquele show de 2001 era o de retorno oficial do GUNS N’ ROSES, cercado de expectativas do público e da imprensa especializada, para saber qual formação o vocalista e único remanescente da fase clássica traria após as saídas de Slash, Duff McKagan, Matt Sorum e Gilby Clarke, pós-turnê dos álbuns Use Your Illusion 1 e 2. Claro, sem contar os ‘originais’ Steven Adler e Izzy Stradlin, que já haviam saído do bando.

Ao lado da assistente pessoal Elizabeth Lebeis, que aproveitava a origem tupiniquim para traduzir as falas para o Português, Axl Rose pronunciou palavras em visível estado de emoção. Principalmente como desabafo pelas críticas por ter supostamente “demitido” todos os demais músicos da fase áurea e se tornado o ‘dono único’ da banda, além da importância daquela senhora que muitos viam como uma ‘babá’ de William Bruce Bailey.

Entre uma e outra música, Axl também usou da palavra para mostrar seu descontentamento com a pior faceta da Internet, e que seria elevada à enésima potência com o advento das redes sociais – um pouco o Orkut e principalmente o Facebook: os chamados “haters” (que significa “os que odeiam” ou “odiadores”). “Só fizemos um show antes desse e já fomos criticados por estar tocando as músicas antigas”, relatava à época o vocalista e líder do GUNS N’ ROSES, a respeito de opiniões de críticos musicais e de usuários de Internet.

O músico garantiu aos mais de 200 mil expectadores do show que a banda atual da época conseguia tocar as canções anteriores e que eram “profissionais dedicados”. Muito antes das redes sociais de Mark Zuckerberg, Rose disparou: “Eu costumava entrar na Internet, mas ela parece ser uma grande lata de lixo”. Em seguida, ele citaria em pleno palco o nome que memorizou de alguns de seus detratores pessoais e críticos ferrenhos.

Axl Rose também dedicou àquelas palavras aos que “pensam que sabem o que está acontecendo, mas não fazem a menor ideia”. Ou seja, era a demonstração de insatisfação com críticas desmedidas feitas por pessoas em frente a computadores pessoais e notebooks – na época, ainda não havia smartphones. É algo que tem relação ao que se convenciona chamar de “crítica destrutiva”, que atinge para ‘derrubar’ pessoas e não ajudar a evoluírem.

Tais apreciações feitas pelo sempre ‘antenado’ Axl Rose nos remetem ao que analisou o intelectual italiano Umberto Eco. Segundo o célebre escritor e estudioso, ao mesmo tempo em que democratizou e permitiu a todas as pessoas exercerem a liberdade de expressão plena, a Internet abriu os portões para todo tipo de imbecilidade. Essa crítica, diga-se de passagem, foi mais confirmada com o advento das redes sociais, mais ágeis e de maior engajamento.

“As mídias sociais deram o direito à fala a legiões de imbecis que, anteriormente, falavam só no bar, depois de uma taça de vinho (no Brasil seriam copos de cerveja!), sem causar dano à coletividade. Diziam imediatamente a eles para calar a boca, enquanto agora eles têm o mesmo direito à fala que um ganhador do Prêmio Nobel”, lamentou Umberto Eco. “O drama da Internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade”, reforçou.

Sendo assim, as palavras de Axl Rose podem ser vistas como que antecipadoras no meio musical, porque foram proferidas no agora longínquo ano de 2001, período em que a conexão com a Internet era bem mais restrita no país e de certa forma também por todo o mundo. Enfim, não se tinha uma massificação de comentários ofensivos como conhecemos hoje. Logo, não se configurava um mero sinal de atitude rabugenta ou antiquada do cantor.

Aliás, em rara entrevista televisiva concedida em 2016, para a brasileira TV Globo, Axl deu claros indícios de que não faz mais uso costumeiro das redes sociais para fins pessoais. Ao ser indagado pelo competentíssimo repórter Álvaro Pereira Júnior no Programa Fantástico, a respeito de opiniões postadas em redes sociais e atribuídas ao próprio vocalista, sobre mudanças na indústria musical, Axl disse “não se lembrar do que falou”. Até onde se sabe, o vocalista se limita a utilizar uma conta no Twitter, rede social esta que sofre menos com o ‘haterismo’, devido a menor espaço de interatividade proporcionado.

Mas quem conhece a fundo o icônico e controverso cidadão nascido em Lafayette, no Estado de Indiana, sabe que ele poucas vezes foi comedido nas palavras ao lidar com críticas. Seja em outros discursos na época dominante do GUNS N’ ROSES, entre o final dos anos 80 e o início dos 90, ou mesmo em gravações musicais. Um exemplo é a canção “Get In the Ring”, do álbum Use Your Illusion II, de 1991.

O recado é direto em um trecho: “And that goes for all you punks in the press” (“E isso vai para vocês, vagabundos da imprensa”). O ‘apreço’ por críticos musicais teve direito até a citações na letra desta música, como Andy Sercher, da Circus Magazine, Mick Wall, da Kerrang, e Bob Guccione Junior, da Spin. Além de chamar os ‘inimigos’ das revistas musicais para a briga no ringue, Rose os acusou de “explorar” a garotada e “falar mal da banda”.

Enfim, são ilações a respeito de Axl Rose e sua relação com a Internet, que pra ele praticamente deixou de ter função devido às ‘bobagens’ ditas por críticos musicais e pessoas em geral da sociedade. Aliás, o vocalista é conhecido por discursos fervorosos antes e durante shows ao longo de mais de 30 anos de carreira. Muitos deles estão compilados no You Tube e podem ser conferidos, inclusive legendados em Português, descritos como “rant”.

Axl Rose é assim, representa muito o estilo “ame-o” ou “deixe-o”. Difícil é encontrar alguém indiferente a ele, seja pelo alcance do nome GUNS N’ ROSES, a paixão dos fãs e quem odeia a banda. Ele ainda personifica a figura do rockstar, mesmo tentando não ser calhorda. Suas reclusões esporádicas desde 1994, feito um verdadeiro ermitão, comprovam a tese de que por vezes opta pelo isolamento diante da enxurrada de pressão ou críticas. Mas ele é assim! Goste um pouco mais ou odeie ainda mais...

Igor Hidalgo, 34, é jornalista e mora em Nova Odessa/SP (região de Campinas)
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Helloween: Hansen confirma que Kiske usou playback em show


O primeiro show de Michael Kiske com o Helloween desde a década de 1990 contou, sim, com uso de playback. A informação foi confirmada pelo guitarrista Kai Hansen, em entrevista ao site Jump Metal (transcrição por Blabbermouth).

Pelas redes sociais, fãs haviam acusado Michael Kiske de fazer uso de playback durante a primeira performance da turnê "Pumpkins United", que marca o retorno do cantor, além de Kai Hansen, à banda. O show ocorreu em Monterrey, no México, no último dia 19. Conforme revelado posteriormente pelo Helloween, Kiske estava com problemas de garganta na ocasião.

Ao ser questionado sobre o playback, Kai Hansen disse que Michael Kiske fez uso do recurso devido à sua condição de saúde. "No primeiro show (apenas no primeiro) tivemos que fazer uma escolha, porque (Michael) estava realmente se sentindo mal. E ele disse: ´não sei se posso fazer (o show)´. Então, dissemos: ´ok, temos uma voz de apoio para ele´", afirmou.

Hansen contou que, geralmente, a gravação de playback só é usada dentro do recurso in-ear, que oferece retorno de som dentro do próprio ouvido de Kiske. "Normalmente, só é usado para o in-ear dele, para partes que exigem mais controle. Mas, desta vez, dissemos: ´ok, há algumas passagens realmente difíceis de cantar´. Então, talvez ele tenha usado em algumas ocasiões", disse.

Apesar disso, Kai minimizou a situação. "Acho que é justo. Ele tentou muito e, por um lado, realmente não queríamos cancelar o show. Ele estava cantando de verdade e dando o melhor de si. Ele foi medicado, claro, então funcionou um pouco melhor, mas algumas partes foram substituídas e, honestamente, acho que tomamos a decisão correta", afirmou.
O guitarrista também foi questionado sobre o atual estado de saúde de Michael Kiske. "Ele está melhorando. Ele já estava doente quando saímos da Alemanha (a caminho do primeiro show) e, claro, durante o voo ficou pior. No dia seguinte, ele estava realmente batalhando no palco, especialmente com esse longo repertório. Talvez o repertório seja reduzido para os próximos shows, então, talvez não seja um show de 2h50min, mas, quem sabe, 2min30seg, com um pouco mais de espaço para ele se recuperar. Sascha, Andi e eu vamos dar o máximo nos backing vocals", afirmou.

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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Dio: Vinny Appice comenta desavença entre Ronnie e Vivian Campbell


O baterista Vinny Appice falou, em entrevista ao The Metal Voice (transcrição por Sleaze Roxx), sobre a eterna desavença entre o guitarrista Vivian Campbell e o vocalista Ronnie James Dio. Campbell acabou demitido da banda de Dio em 1986, após desavenças internas com Ronnie. Os músicos não se falaram mais até que o cantor faleceu, em 2010, vítima de um câncer.

Hoje, Vinny Appice toca ao lado de Vivian Campbell na banda Last In Line. Aparentemente, ele se sente mais confortável para dizer que, embora tenha permanecido com Dio após a demissão de Campbell, ele concordou com o posicionamento do guitarrista. Appice acabou saindo do grupo em 1989, retornando entre os anos de 1993 e 1998 e estando ao lado de Ronnie na reunião do Black Sabbath, que gerou o álbum "Dehumanizer" (1992).

Segundo Appice, existiram alguns problemas de negócios na banda Dio. "Algumas coisas nos foram prometidas e abrimos mão de algumas coisas pelo álbum de estreia e pela primeira turnê, porque custa muito dinheiro lançar uma banda e Ronnie estava investindo seu próprio dinheiro", contou.

O músico disse que uma das turnês feitas pela banda chegou a arrecadar US$ 8 milhões, mas a renda não foi compartilhada, somente por meio de salários. "O que foi prometido nunca aconteceu e Vivian chamou a atenção da parte empresarial. Isso virou uma briga com Ronnie, mas todos nos sentíamos da mesma forma (que Vivian)", afirmou.
De acordo com Appice, durante algum período, Dio e Campbell não olhavam na cara um do outro, mesmo estando na mesma banda. "Ronnie disse a mim que iria demitir Vivian. Fiquei em choque. Mencionei que não seria uma boa ideia, pelo som da banda. Ronnie decidiu seguir sem ele. Quando você tem algo que funciona em uma banda, você não faz isso", disse.
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Whitesnake anuncia novo disco ao vivo



O Whitesnake lançará no dia 24 de novembro o ao vivo “The Purple Tour”, registro da turnê de 2015 onde David Coverdale e sua turma revisitaram o repertório do Deep Purple no disco “The Purple Album”. O título será disponibilizado em CD, LP, CD+DVD, CD+blu-ray e nos formatos digitais.

A formação da banda na época contava com Coverdade, os guitarristas Reb Beach e Joel Hoekstra, o tecladista Michele Luppi, o baixista Michael Devin e o baterista Tommy Aldridge.

Abaixo está o tracklist:

1. “Burn”
2. “Bad Boys”
3. “Love Ain’t No Stranger”
4. “The Gypsy”
5. “Give Me All Your Love”
6. “Ain’t No Love In The Heart Of The City”
7. “Mistreated”
8. “You Fool No One”
9. “Soldier of Fortune”
10. “Is This Love”
11. “Fool For Your Loving”
12. “Here I Go Again”
13. “Still of the Night”

DVD/Blu-ray content:

1. Concert Video in 5.1 and Stereo
2. “Burn” – Music Video
3. Band Interviews
Bonus 5.1 High Resolution Live Audio:
4. “You Keep On Moving”
5. “Lay Down Stay Down”
6. “Lotsanotes”
7. “Stormbringer”

Fonte: Collectors Room
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Aerosmith: frontman volta aos palcos após cancelamento de turnê



Quatro semanas após o AEROSMITH cancelar as quatro últimas datas da turnê sulamericana por causa de questões de saúde do vocalista Steven Tyler, o frontman voltou aos palcos na noite de sábado, 21 de outubro de 2017, para tocar algumas músicas em um concerto beneficente na Rogers Arena, em Vancouver no Canadá.

O showman do AEROSMITH interpretou o clássico "Dream On" no piano, "Crying" e "I Don´t Want to Miss a Thing".

No final de setembro rumores deram conta de que Tyler sofrera uma convulsão após um show do AEROSMITH em São Paulo. O próprio vocalista foi às redes sociais para desmentir a afirmação.


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Iron Maiden: banda deve anunciar nova turnê em dezembro




Em entrevista para o programa Live At Five, da STV2, Bruce Dickinson deixou escapar que o Iron Maiden provavelmente deve anunciar uma nova turnê em dezembro. Confira no vídeo abaixo.



Podemos esperar vê-lo de volta às turnês em breve?
"Eu não poderia te dizer. Bem, eu poderia, mas eu teria que matar você."
Oh, por favor! Vamos lá...

"Bem... eu não posso dizer. Não, eu vou ser assassinado"
Você me diz por trás da câmera?
"Posso te contar em dezembro?"
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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Angra Fest: É um sonho antigo meu e de todos os músicos do Angra



Os ingressos para a 1ª edição do “Angra Fest” estão à venda pelo site da Ingresso rápido e sem taxa de conveniência na loja Consulado do Rock. O festival que acontece dia 26/Nov no Tom Brasil conta com as bandas Angra, Massacration, Geoff Tate (ex-Queensryche) e Noturnall.


“Este é um sonho antigo meu e de todos os músicos do Angra a realização deste primeiro festival “Angra Fest” foi pensado dessa maneira para unir vários ex-integrantes da banda em uma grande festa, além de celebrar vários anos de trabalho com nossos fãs e amigos. Em todos esses anos, passei a entender melhor a importância do Angra na cena metal dentro do Brasil. Muitas pessoas começam a tocar seus instrumentos tentando tirar uma música do Angra e vejo isso como uma responsabilidade muito boa e até certo ponto saudável, por isso gostaria de retribuir chamando grandes nomes e amigos que são colaboradores para que nossa cena se mantenha viva e forte”, comentou o guitarrista e vocalista Rafael Bittencourt.

“A ideia deste encontro é valorizar estes músicos que estão sempre ao redor do Angra, sejam ex-membros da banda ou algumas pessoas que estão agregadas no nosso círculo de trabalho mostrando que o Angrasempre foi uma banda agregadora dentro do Brasil. Inclusive, músicos internacionais respeitam e sabem da importância do Angra no Brasil, o que pode gerar várias participações em todos as futuras edições do festival”, revelou Rafael.

Atualmente, o Angra é formado por Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt (guitarra), Marcelo Barbosa (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria). Conhecida por estar entre os maiores nomes do heavy metal brasileiro no mundo, a banda Angra lançou aclamados álbuns e construiu uma gloriosa carreira.
O Massacration está em sua nova turnê histórica “Metal Milf World Tour”. A banda é formada por Detonator (vocal), Metal Avenger (guitarra), Headmaster (guitarra), Redhead Hammet (baixo) e Jimmy The Hammer (bateria).

O grande vocalista Geoff Tate (ex-Queensryche) se apresenta no primeiro “Angra Fest” mostrando sua versatilidade musical e alto potencial vocal. O cantor é amigo de longa data do Angra e o show promete ser um dos pontos altos no evento.

A banda Noturnall está de volta com o terceiro álbum "9" (um dos discos mais vendidos do país em 2017) onde tem realizado alguns shows importantes para divulgação do novo trabalho. Os músicos da Noturnall prometem fazer um show avassalador com a participação do guitarrista Mike Orlando (Adrenaline Mob).

O primeiro “Angra Fest” também contará com as participações especiais de Luis Mariutti e Ricardo Confessori (ex-Angra e Shaman), Bruno Sutter, Alírio Netto (ex-Age of Artemis), Pompeu (Korzus), Dani Nolden (Shadowside) e Edu Ardanuy (ex-Dr.Sin).
Confira o serviço completo do evento:

ANGRA FEST
Bandas: Angra, Massacration, Geoff Tate e Noturnall

Local: Tom Brasil
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281, São Paulo
Quando: 26 de Novembro (domingo)
Horário: 19h

Ingressos:
Pista 2º Lote - R$ 55,00 (meia-entrada) e R$ 110,00 (inteira)
Pista 3º Lote - R$ 60,00 (meia-entrada) e R$ 120,00 (inteira)
Pista Vip 2º Lote - 110,00 (meia entrada) e 220,00 (inteira)
Cadeira Alta Vista Parcial - R$ 70,00 (meia-entrada) e R$ 140,00 (inteira)
Camarote - R$ 100,00 (meia-entrada) e R$ 200,00 (inteira)
Frisas - R$ 85,00 (meia-entrada) e R$ 170,00 (inteira)
Online:
http://grupotombrasil.com.br/angra-fest
https://www.ingressorapido.com.br/venda/?id=1601#!/tickets...

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Helloween: Michael Kiske com problemas na voz, banda altera set-list


É com muito pesar que temos que anunciar que Michael Kiske está com problemas em sua voz, causados pelas nossas cansativa viagens. Ele deu seu melhor durante os dois primeiros shows no México, mas depois de consultar um médico, ele lhe disse que sua voz precisa descansar.


Pensamos em cancelar o show de amanhã em San Jose, na Costa Rica, mas o Helloween e, especialmente, Michael não querem deixar os fãs para baixo. Sabemos que muitos de vocês esperam isso há muito tempo e fizeram muitos sacrifícios para comparecer ao nosso show!
Tendo isso em mente, decidimos reduzir o set-list para que possamos continuar a turnê.
Michael está ansioso para se apresentar para os fãs em San Jose, mas, infelizmente, sua participação dependerá de um conselho médico de amanhã.


Obrigado pela sua compreensão!


No show realizado na noite de ontem (21), na Cidade do México, eram nítidas as dificuldades do vocalista em se apresentar. Ele chegou a dividir as vozes em "Eagle Fly Free" com Sascha Gerstner e deixou de cantar em "How Many Tears".
Espera-se que Michael retorne melhor para o show na Colômbia, no dia 25 de outubro e, se não 100%, esteja bem melhor para os shows no Brasil.
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Judas Priest: título de novo álbum, que sai no começo de 2018



Judas Priest anunciou que seu novo álbum, previsto para sair no começo de 2018, vai se chamar "Firepower". O disco, sucessor do "Redeemer Of Souls" de 2014, será seguido de uma turnê pela América do Norte, que se iniciará no dia 13 de março na Pennsylvania, com datas agendadas até o dia 1º de maio no Texas.
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AC/DC: falece George Young, irmão mais velho de Angus e Malcolm



O site AC/DC Brasil publicou esta manhã uma nota informando que faleceu hoje, aos 71 anos de idade, o irmão mais velho de Angus e Malcolm Young, George Young.

George fez grande sucesso na Austrália com a banda The Easybeats nos anos 60. Foi o grande mentor e produtor do AC/DC.
Nota da banda:

"É com grande dor do coração que nós anunciamos o falecimento do nosso irmão e mentor George Young. Sem sua ajuda e orientação não existiria um AC/DC.
Como músico, compositor, produtor, conselheiro e muito, muito mais, não poderíamos pedir mais um profissional tão dedicado.
Como irmão, não poderíamos pedir por um melhor. Por tudo que ele fez e nos deu durante sua vida, nós sempre lembraremos dele com gratidão e o guardaremos com carinho em nossos corações."
R.I.P. George Young
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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Megadeth: Dave Mustaine vai interpretar vilão em filme de terror


Dave Mustaine, vocalista do Megadeth, vai emprestar sua voz para o vilão de um filme de terror chamado "Halloween Pussy Trap Kill! Kill!".

O filme, que será lançado na noite do Dia das Bruxas, 31 de outubro, conta a história de uma banda feminina chamada Kill Pussy Kill, que segue para um show no Halloween, encontra um estranho no caminho e acaba se envolvendo em uma briga com ele. Esse homem, que não tem sua face revelada, é narrado por Dave Mustaine, que consegue enganar e aprisionar a banda, obrigando as garotas a cometer coisas terríveis para sair em liberdade.
Confira abaixo o poster e o trailer do filme.







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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Lollapalooza Brasil: veja o line up de 2018 dividido por dias

A organização do Lollapalooza Brasil divulgou as atrações da edição de 2018 divididas por dia, confira na imagem abaixo.



 
O Lollapalooza 2018 será realizado entre os dias 23 e 25 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Veja abaixo como ficaram os preços:
Lolla Pass
Lolla Pass – Entrada social – Lote 1 R$ 650 + R$ 30 (doação para o Criança Esperança)
Lolla Pass – Meia-Entrada – Lote 1 R$ 650
Lolla Pass – Inteira – Lote 1 R$ 1300
Lolla Lounge Pass (com acesso ao Lolla Lounge)
Lolla Lounge Pass – Entrada Social – Lote 1 R$ 2150 + R$ 30
Lolla Lounge Pass – Meia-Entrada – Lote 1 R$ 2150
Lolla Lounge Pass – Inteira – Lote 1 R$ 2800
A "Entrada Social" se trata de uma nova categoria de ingresso onde se faz uma doação de R$30 para o Criança Esperança e, em troca, se obtém 50% de desconto.
Mais informações em
https://www.lollapaloozabr.com
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Tony Iommi: ele queria usar as Les Paul, mas nunca conseguiu por causa dos dedos

 

Acontece neste dia 18 de outubro o Q Awards, e para celebrar o prêmio Gibson Les Paul, a Q Magazine falou com Tony Iommi, guitarrista do Black Sabbath, sobre a importância da prestigiada guitarra:



"Quando jovem comecei com uma Fender, mas nas primeiras sessões do Black Sabbath peguei uma Gibson SG e nunca mais olhei pra trás. Usei-a a maioria do tempo pois ela tinha um som mais encorpado. Mas teria usado a Les Paul se não tivesse cortado a ponta dos meus dedos. Com a Gibson SG eu consigo coisas que de fato não consigo na Les Paul, mas eu sempre tive uma fascinação por ela e eventualmente usei uma quando gravamos 'Hand of Doom' no Paranoid (1970). Eu realmente tentei usar a Les Paul porque eu realmente gostava dela, mas não é a guitarra certa para mim", explicou.
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Liam Gallagher: ele não gosta de Queen e odeia o som de Brian May

Em entrevista ao baterista Taylor Hawkins (Foo Fighters), para a Magnet Magazine, o vocalista Liam Gallagher revelou não ser um grande fã de Queen. O cantor reconheceu que a banda tem boas músicas, mas fez críticas, em especial, ao som da guitarra de Brian May.

"Se eu gosto de Queen? Uh, na verdade, não. Freddie Mercury tem uma ótima voz e, obviamente, eles têm boas músicas. Mas acho eles meio 'Queen-y'. Eles são uma banda superior e têm boas músicas, mas não sei. A guitarra de Brian May soa como se estivesse enfiada no traseiro dele. Eu o respeito, mas não sei", disse.
Gallagher também foi questionado sobre qual banda americana ele gosta. "Guns N' Roses", ele respondeu. "(O nome) É Creedence Clearwater Revival? Gosto deles. Ele tem uma boa voz, aquele John Fogerty. E, obviamente, Hendrix e tudo o mais", afirmou.
O ex-Oasis também comentou sobre as bandas grunge da década de 1990. "Gostava do Nirvana, curtia algumas músicas. Quem mais estava em alta na época? Eu não era grande fã do Pearl Jam. As coisas grunge eram meio diferentes para mim, sendo honesto com você. Há algumas bandas", disse.


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Dave Coverdale fez a postagem abaixo em seu twitter

"Oh Brasil, as coisas que você me faz fazer"..
Não, não sabemos do que se trata. Imaginamos que possa ser algum show no Brasil, onde a banda esteve pela última vez em setembro de 2016, ainda mais considerando que o novo álbum deve sair no primeiro semestre de 2018. Ou vai ver que aconteceu algo por aqui durante esta turnê que nós não ficamos sabendo, mas que marcou bastante o cantor, pelo visto :-)

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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Iron Maiden: mascote Eddie é novo integrante do jogo “Angry Birds Evolution”


O novo jogo para mobile do Angry Birds, terá a participação do mascote Eddie do Iron Maiden.

Eddie foi transformado em um pássaro para a edição “Angry Birds Evolution”,  que será lançada nesta próxima quarta-feira (18).

Em nota oficial, a equipe do jogo diz que o time é cheio de grandes fãs do Iron Mandei e  Eddie.

A organização ainda ressaltou: “Está na hora do status dele como um grande astro do rock ser celebrado e sabemos que os fãs vão amar ver o Eddie Bird voltar do inferno na Bird Island”.


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Paul McCartney em São Paulo: Um ensaio sobre a finitude



Desde que voltou a dar as caras por estes lados, em 2010, pouca coisa mudou no show de PAUL MCCARTNEY e um mero relato minuto a minuto do que foi o show no Allianz Parque em São Paulo no último domingo seria perder a oportunidade de se pensar outros aspectos tão importantes quanto à música e que permeiam o espetáculo.


A metáfora futebolística óbvia é a de que "em time que está ganhando não se mexe", mas isso seria mera simplificação de algo muito mais trabalhado e trabalhoso. As jogadas ensaiadas do time do Professor Macca continuam funcionando com precisão clínica e rendem gols mesmo após todos esses anos e incontáveis voltas ao país; o repertório de frases em português cresce a cada volta, com destaque aos regionalismos ("manos", "manas", "da hora"). Entretanto, é nos detalhes que se percebe como a arte da conquista é não só empatia mas também fruto de um delicado artesanato, por exemplo, Sir Paul parece intrigado com a pronúncia da palavra "recente", à qual dá especial atenção toda vez que a utiliza.
Em contraste ao esmero linguístico que cria a relação de cumplicidade entre palco e plateia, o esquema tático oferece paralelamente a experiência do arrebatamento e da grandiosidade. As explosões em Live And Let Die continuam espetaculares , a dobradinha A Day In The Life/Give Peace a Chance traz a sensação de bem estar acomodando o porto seguro do denominador comum da paz mundial e Ob-la-di, Ob-la virou uma espécie de "levanta defunto" no terço final do repertório.
E como se não bastasse tudo isso, a velha raposa britânica ainda tem em seu saco de truques o mais valioso catálogo de hits do mundo. O que ainda resta falar sobre Hey Jude (desta vez com milhares de cartazes na plateia com o universal "na na na", cortesia de um dos patrocinadores), Let It Be (a Ave Maria do rock and roll) ou Helter Skelter (um stoner paleolítico)? Ou ainda da assustadora atualidade de Blackbird e da vinheta definitiva da melancolia na forma de Eleanor Rigby?
Nada, no entanto, está imune à passagem do tempo, e isso inclui Sir Paul. O andamento de algumas canções já não é tão rápido como antes (Lady Madonna, Band On The Run) e ao fazer questão de cantar nos tons originais, cantar vira uma luta contra os registros mais altos em determinados momentos. Em Maybe I'm Amazed, muitos se flagram menos fãs e mais torcedores da voz do velho Macca, que já não tem mais a voz poderosa de outrora e sucumbe ao ar rarefeito das linhas mais altas da partitura. Mesmo em momentos mais graves como em My Valentine, a voz parece não vir com a mesma certeza de antes.
Que fique claro: a fragilidade da voz de McCartney pouco prejudica o show. Musical e visualmente, o espetáculo continua impressionante e vale cada centavo. A diferença e que, aos 75 anos, ele encara a questão da própria finitude com a dignidade de quem troca a voz que às vezes falha pela simpatia que nunca falta, e parece entender que a maioria está lá nem tanto para ouvir as canções e mais para participar de algo maior ou de simplesmente estar perante do mais importante ente vivo do rock.
Paradoxalmente, num show de PAUL MCCARTNEY em 2017 a música é, enfim, mera trilha sonora do testemunho de algo cujo fim parece ser cada vez menos distante. Como no Sétimo Selo de Bergman, sua performance no palco torna-se metáfora do próprio jogo da vida: a beleza deixa de estar no xeque-mate impossível, de quem joga contra o tempo, mas de quem joga com ele, na arte de abraçar a vida como ela é, inclusive no que tange sua finitude.
A banda:
Paul McCartney: voz, baixoguitarra, violão, ukulele e piano
Paul "Wix" Wickens: piano, teclados, acordeon, gaita e voz
Rusty Anderson: guitarra, violão e voz
Brian Ray: baixoguitarra, violão e voz
Abe Laboriel Jr.: bateria, percussão e voz
Setlist:
A Hard Day's Night
Junior's Farm
Can't Buy Me Love
Jet
Drive My Car
Let Me Roll It (com trecho de Foxy Lady)
I've Got a Feeling
My Valentine
Nineteen Hundred and Eighty-Five
Maybe I'm Amazed
We Can Work It Out
In Spite of All the Danger
Love Me Do (com trecho de "She Loves You")
And I Love Her
Blackbird
Here Today
Queenie Eye
New
Lady Madonna
FourFiveSeconds
Eleanor Rigby
I Wanna Be Your Man
Being for the Benefit of Mr. Kite
Something
A Day in the Life (com trecho de Give Peace a Chance)
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Band on the Run
Back in the U.S.S.R.
Let It Be
Live and Let Die
Hey Jude
Yesterday
Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)
Helter Skelter
Birthday
Golden Slumbers/Carry That Weight/The End
(Com o agradecimento a T4F pelo credenciamento)




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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Marilyn Manson já cuspiu em Cleo Pires



A atriz Cleo Pires revelou, em um vídeo no YouTube, que Marilyn Manson já cuspiu em seu rosto. E, curiosamente, a artista disse ter gostado de ter vivenciado esse momento.


Cleo contou que o cuspe veio quando ela estava na plateia durante um show do cantor. "O Marilyn Manson fazia uma coisa de cuspir na plateia. Mas isso era uma coisa boa. A gente queria ser cuspida pelo Marilyn Manson. E eu ganhei o quê? Uma cusparada na cara, e eu me orgulho muito disso", disse.
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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Bruce Dickinson: Use Your Illusions? Aquele formato é uma bosta!

Durante papo com a TeamRock em setembro de 2015, onde o tema foi o novo álbum, "The Book Of Souls" do Iron Maiden, a conversa acabou indo parar na longa duração do álbum, 92 minutos de duração, que fez com que fosse lançado um disco duplo. Então surgiu a comparação com clássico dos anos setenta como "Physical Graffiti" do Led Zeppelin e "The Lamb Lies Down On Broadway" do Genesis.

Disse Steve Harris: "Mesmo o nosso último álbum "The Final Frontier" era muito comprido - 72 minutos ou algo assim. Mas sabíamos que Bruce havia escrito ´Empire of the Clouds´ e este disco seria extremamente longo. Não víamos como condensá-lo". "E vocês não quiseram condensar?", perguntou o entrevistador, ao que Steve respondeu: "Não necessariamente. Mas veja, há algumas músicas curtas como ´Speed of Light´ e ´Death of Glory".
Neste ponto a palavra é de Bruce Dickinson: "Após seis músicas dissemos ´ou paramos agora ou será um álbum duplo´. Então consideramos as possibilidades de arte gráfica - capa dupla e estas coisas todas. Fantástico! Vamos fazer um álbum duplo. Claro que a primeira coisa que Rod (Smalwood, empresário) disse foi ´não, isto será um parto doloroso´. Eu disse ´Rod, é brilhante. Sei que a gravadora vai chiar, mas os fãs do Maiden vão amar. Então ele foi convencido, e disse ´Vocês poderiam lançar dois trabalhos, tipo ´álbum 1´ e ´álbum 2´. Eu disse ´O quê, tipo ´Use Your Illusion I e II´ (do Guns N´ Roses)? Não, aquilo é uma bosta. É um álbum duplo, e é assim que deveria ter sido lançado".

 

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Megadeth: Mustaine agradece aos Scorpions pela turnê conjunta


Na página oficial do MEGADETH no Facebook, o líder Dave Mustaine escreveu uma mensagem de agradecimento para os SCORPIONS, após o cancelamento dos cinco shows que restavam na turnê das duas bandas pelos Estados Unidos. Confira a tradução da mensagem.

"Em nome do MEGADETH, eu quero expressar nossos profundos agradecimentos aos SCORPIONS por esta incrível oportunidade de fazer uma turnê com nossos heróis. Para os fãs, novos e antigos, que vieram nos ver nesses shows maravilhosos, nós estamos profundamente gratos e esperamos que vocês tenham gostado assim como nós. É claro que para os SCORPIONS, e seu lendário vocalista Klaus Meine, cuja saúde e bem estar é a prioridade máxima para todos nós, nós desejamos para ele e para todo o restante da banda tudo de bom. Se algum dia tivermos a oportunidade de dividir o palco com o SCORPIONS novamente, nós estaremos lá!"

Fonte Whiplash
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Após essa primeira lista, fãs e especialistas votarão nos indicados, escolhendo 5 ou 6 nomes que serão anunciados em dezembro. Kate Bush, Depeche Mode e Dire Straits também concorrem.


As indicações póstumas deste ano incluem a cantora e compositora de blues e ativista norte-americana Nina Simone, a cantora de gospel dos anos 1940 Rosetta Tharpe, o grupo The J. Geils Band, cujo fundador, J. Geils, morreu em abril, e a banda norte-americana dos anos 1950 Link Wray.
Entre os outros candidatos estão a banda britânica de heavy metal Judas Priest, a dupla britânica dos anos 1980 Eurythmics, o rapper e ator norte-americano LL Cool J e a banda The Cars.

Os indicados são escolhidos pelo voto de fãs pela internet e por uma entidade internacional composta por mais de 900 artistas, historiadores e membros da indústria musical que votam segundo critérios de influência musical, inovação, duração e profundidade da carreira.


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Box tem 10 CDs com 150 faixas de arquivo. Ele diz que streaming é 'estúpido', que perdeu vontade de fazer álbuns novos e defende 'arte' do formato físico: 'Mais sexy'.


Gene Simmons não está interessado em ganhar menos de um centavo para tocarem suas músicas na internet. Ele quer bem mais: R$ 6,3 mil é o preço que o linguarudo do Kiss vai cobrar para entregar em mãos uma caixa de 10 CDs com 150 músicas do seu arquivo nunca antes divulgadas. Streaming é "estúpido" e o formato físico é mais "sexy".

O baixista e vocalista de 68 anos raspou sua gaveta de músicas, mas não quer deixar a vazia a gaveta de dinheiro. Gene foi fundo em demos do Kiss e parcerias antigas com gente como Bob Dylan. E não vai nada para a internet: quem quiser ouvir vai ter mesmo que pagar quase sete salários mínimos e pegar o box com ele nos dias 19 e 20 de maio em SP.

E disco de inéditas do Kiss, vai rolar? "Não, eu não quero fazer discos assim. As pessoas baixam e todo mundo rouba a música", ele reclama. Era de se esperar: Gene, famoso por explorar as chances de lucro com o Kiss com todo tipo de merchandising, está furioso com o atual mercado digital, difícil para os músicos.

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