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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

e Marco Hietala dividem palco na Finlândia


"Raskasta Joulua", que em inglês significa "Heavy Christmas", é um evento que reúne uma constelação de músicos e vocalistas de metal em um projeto natalino mesclando rock com música sinfônica.


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Rob Halford divulga carta de rejeição do Hall da Fama



No começo desta semana, o Hall da Fama do Rock & Roll anunciou os induzidos da Classe de 2018, e o Judas Priest ficou de fora da lista. Daí, no dia 13 de dezembro, durante participação em um programa de rádio de Phoenix, Rob Halford leu o e-mail que recebeu de Greg Harris, Presidente/CEO do RARHOF (veja no vídeo ao final).

"Obrigado por encampar sua indução ao Hall da Fama do Rock & Roll. Embora você não tenha obtido votos suficientes para ser induzido neste ano, você fez parte de um grupo muito seleto de nominados. Artistas costumam ser indicados muitas vezes antes de serem induzidos. Por exemplo, o Black Sabbath foi indicado oito vezes antes de sua indução, Patti Smith sete vezes, Solomon Burke nove vezes, e tanto os Beastie Boys quanto os Yardbirds foram indicados três vezes antes de suas respectivas induções.
"Se você está excursionando ou simplesmente passando por perto, por favor visite nosso museu em Cleveland, Ohio. Nossos seis pavimentos mostram a extraordinária história do rock and roll e como ele mudou o mundo. Você faz parte desta história e adoraremos compartilhar contigo. Mais uma vez, congratulações pelo sua nominação".
"Tudo de bom, Greg Harris, President e CEO do Rock And Roll Hall Of Fame."
https://www.facebook.com/MarkNeanderpaul/videos/145784840766...

https://www.facebook.com/MarkNeanderpaul/videos/1457848407667242/
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Phil Collins: preços dos ingressos para shows no Brasil


Phil Collins confirmou shows no Rio, São Paulo e Porto Alegre, em fevereiro. Será a primeira vez que o ex-Genesis se apresentará solo no país. Em 1977, o cantor-batera esteve no país com seus colegas da banda prog.


Os ingressos começam a ser vendidos dia 7 de dezembro, mas já dá para calcular o orçamento, porque os preços foram divulgados:

Rio de Janeiro (RJ)
Data: 22 de fevereiro de 2018
Local: Estádio Maracanã (Av. Pres. Castelo Branco, Portão 3 – Maracanã, Rio de Janeiro – RJ)
Horário: A confirmar
Ingressos:
Pista Premium – R$750,00 / R$375,00 (meia-entrada)
Pista – R$370,00 / R$185,00 (meia-entrada)
Cadeira Maracanã Mais Oeste – R$640,00 / R$320,00 (meia-entrada)
Cadeira Maracanã Mais Leste – R$640,00 / R$320,00 (meia-entrada)
Cadeira Inferior Oeste – R$450,00 / R$225,00 (meia-entrada)
Cadeira Inferior Leste – R$450,00 / R$225,00 (meia-entrada)
Cadeira Inferior Sul – R$340,00 / R$170,00 (meia-entrada)
Cadeira Superior Leste – R$360,00 / R$180,00 (meia-entrada)
Cadeira Superior Sul – R$270,00 / R$135,00 (meia-entrada)
Cadeira superior Sul Nível 5 – R$270,00 / R$135,00 (meia-entrada)

São Paulo (SP)
Data: 24 de fevereiro de 2018
Local: Allianz Parque (Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP)
Horário: A confirmar
Ingressos:
Pista Premium– R$760,00 / R$380,00 (meia-entrada)
Pista – R$390,00 / R$195,00 (meia-entrada)
Cadeira Inferior – R$490,00 / R$245,00 (meia-entrada)
Cadeira Superior – R$350,00 / R$175,00 (meia-entrada)

Porto Alegre (RS)
Data: 27 de fevereiro de 2018
Local: Beira Rio (Av. Padre Cacique, 891 – Praia de Belas, Porto Alegre – RS)
Horário: A confirmar
Ingressos:
Pista Premium– R$680,00 / R$340,00 (meia-entrada)
Pista – R$320,00 / R$160,00 (meia-entrada)
Cadeira Inferior – R$440,00 / R$220,00 (meia-entrada)
Cadeira Superior –R$270,00 / R$135,00 (meia-entrada)
Camarote – R$600,00 / R$300,00 (meia-entrada)
SKY Box – R$640,00 / R$320,00 (meia-entrada)

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Preços e todos os detalhes sobre os shows no Brasil de Roger Waters


Confira a seguir os locais, datas e detalhes - incluindo preços dos ingressos - das apresentações que Roger Waters fará no Brasil em outubro de 2018.

São Paulo

Data: Terça-feira, 09 de outubro de 2018.
Local: Allianz Parque – Rua Turiassú, 1840 – Perdizes – São Paulo – SP
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Capacidade: 45.500 pessoas
Ingressos: de R$ 165 a R$ 810 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Preços dos Ingressos (meia entrada/inteira)

Cadeira Superior: R$165,00 / R$330,00
Pista: R$190,00 / R$380,00
Cadeira Inferior: R$275,00 / R$550,00
Premium ELO: R$405,00 / R$810,00

Brasília

Data: Sábado, 13 de outubro de 2018.
Abertura de portões: 17h
Horário: 21h30
Local: Estádio Nacional Mané Garrincha – Asa Norte, Brasília – DF
Capacidade: 54.390 pessoas
Ingressos: de R$ 120 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Preços dos ingressos (meia entrada/inteira)

Cadeira Superior: R$120,00 / R$240,00
Pista: R$170,00 / R$340,00
Cadeira Inferior: R$245,00 / R$490,00
Pista Premium ELO: R$360,00 / R$720,00

Salvador

Data: Quarta-feira, 17 de outubro de 2018
Local: Itaipava Arena Fonte Nova – Ladeira da Fonte das Pedras, s/n – Nazaré, Salvador
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Capacidade: 56.000 pessoas
Ingressos: de R$ 90 a R$ 710 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Preços dos ingressos (meia entrada/inteira)

Superior: R$90,00 / R$180,00
Leste Intermediário: R$130,00 / R$260,00
Norte Intermediário: R$130,00 / R$260,00
Pista/Norte inferior: R$150,00 / R$300,00
Oeste Inferior: R$210,00 / R$420,00
Leste Inferior: R$210,00 / R$420,00
Pista Premium ELO: R$355,00 / R$710,00
Lounge Premium: R$355,00 / R$710,00

Belo Horizonte

Data: Domingo, 21 de outubro de 2018
Local: Estádio do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h
Capacidade: 51.000 pessoas
Ingressos: de R$ 150 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Preços dos ingressos (meia entrada/inteira)

Cadeira Superior: R$150,00 / R$300,00
Pista: R$170,00 / R$340,00
Cadeira Inferior: R$245,00 / R$490,00
Pista Premium ELO: R$360,00 / R$720,00

Rio de Janeiro

Data: Quarta-feira, 24 de outubro de 2018
Local: Estádio do Maracanã – Rua Professor Eurico Rabelo, Maracanã, Rio de Janeiro – RJ
Abertura dos Portões: 17h
Horário: 21h
Capacidade: 66.400 pessoas
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir
de 16 anos é permitida a entrada desacompanhado.

Preços dos ingressos (meia entrada/inteira)

Cadeira Superior 2 Sul: R$110,00 / R$220,00
Cadeira Superior Nível 5: R$110,00 / R$220,00
Cadeira Inferior Sul: R$150,00 / R$300,00
Cadeira Superior Leste: R$150,00 / R$300,00
Pista: R$170,00 / R$340,00
Cadeira Inferior Leste: R$245,00 / R$490,00
Cadeira Inferior Oeste: R$245,00 / R$490,00
Cadeira Maracanã Mais Leste: R$360,00 / R$720,00
Cadeira Maracanã Mais Oeste: R$360,00 / R$720,00
Pista Premium ELO: R$360,00 / R$720,00

Curitiba

Data: Sábado, 27 de outubro de 2018
Abertura dos Portões: 17h
Apresentação: 21h30
Local: Estádio Couto Pereira – R. Ubaldino do Amaral, 37 – Alto da Glória, Curitiba – PR
Capacidade: 41.480 pessoas
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Preços dos ingressos (meia entrada/inteira)

Arquibancada: R$110,00 / R$220,00
Pista: R$170,00 / R$340,00
Cadeira Social: R$195,00 / R$390,00
Cadeira Pro Tork: R$245,00 / R$490,00
Pista Premium ELO: R$360,00 / R$720,00

Porto Alegre

Data: Quarta-feira, 30 de outubro de 2018.
Local: Estádio Beira-Rio – Av. Padre Cacique, 891 – Praia de Belas – Porto Alegre -RS
Abertura dos Portões: 17h
Horário do show: 21h

Capacidade: 48.517 pessoas
Ingressos: de R$ 110 a R$ 720 (ver tabela completa)
Classificação etária: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16
anos é permitida a entrada desacompanhada.

Preços dos ingressos (meia entrada/inteira)

Cadeira Superior: R$125,00 / R$250,00
Pista: R$180,00 / R$360,00
Cadeira Inferior: R$250,00 / R$500,00
Sky Box: R$270,00 / R$540,00
Cadeira Premium: R$270,00 / R$540,00
Pista Premium ELO: R$382,50 / R$765,00

Roger Waters retorna à América do Sul em 2018 com uma nova turnê, Roger Waters - Us + Them, que combina clássicos do Pink Floyd e novas canções de seu trabalho solo.

A turnê apresenta os destaques do trabalho inovador de Waters com músicas dos melhores álbuns do Pink Floyd. Entre elas: Wish You Were Here, The Wall, Animals e Dark Side of The Moon. Músicas do seu mais recente álbum aclamado pela crítica, Is This the Life We Really Want?, também farão parte dos shows.

"Os shows serão uma mistura de coisas da minha longa carreira. Coisas dos meus anos com o Pink Floyd e também algumas coisas novas. Provavelmente, 80% serão de materiais antigos e 20% de materiais novos, mas tudo será conectado por um tema geral. Será um show legal, eu prometo! Será espetacular como todos os meus shows foram", afirma o brilhante músico.

As lendárias apresentações ao vivo de Roger Waters são conhecidas como experiências sensoriais imersivas, com produção audiovisual de alta qualidade e um som de tirar o fôlego. Este novo passeio pelo Brasil promete não ser uma exceção. Após meses de planejamento meticuloso e técnicas visionárias, ele irá inspirar multidões com sua entrega poderosa para impressionar o público com uma verdadeira jornada musical.

A turnê Roger Waters - Us + Them marca o retorno do artista para o Brasil desde 2012, quando esteve no país com a turnê The Wall Live (2010-2013), que foi vista por mais de 4 milhões de fãs ao redor do mundo, em 219 shows. E até hoje é a maior turnê de um artista solo na história. No país, Roger irá fazer sete apresentações em 2018 - São Paulo, dia 09 de outubro, no Allianz Parque; em Brasília, dia 13 de outubro, no Estádio Mané Garrincha; em Salvador, dia 17 de outubro, na Arena Fonte Nova; em Belo Horizonte, dia 21 de outubro, no Estádio do Mineirão; no Rio de Janeiro, dia 24 de outubro, no Estádio do Maracanã; em Curitiba, dia 27 de outubro, no Estádio Couto Pereira; e em Porto Alegre, dia 30 de outubro, no Estádio do Beira-Rio.

No Brasil, os shows de Roger Waters são apresentados por Cartão Elo. Heineken é a cerveja oficial dos shows de São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. Em São Paulo, o Hospital Sancta Maggiore é o fornecedor oficial. Em Salvador, a Rede Bahia é Media Partner. Em Porto Alegre, o Grupo RBS tem promoção exclusiva. Os shows são realizados pela TIME FOR FUN.

Clientes cartão Elo contarão com pré-venda exclusiva entre os dias 11 e 13 de dezembro, começando às 21h do dia 11 de dezembro pela internet (http://www.ticketsforfun.com.br/) e às 10h do dia 12 de dezembro nas bilheterias oficiais (sem taxa de conveniência: Citibank Hall, em São Paulo; na Fnac Park Shopping, em Brasília; na Itaipava Arena Fonte Nova, em Salvador; no Km de Vantagens Hall BH, em Belo Horizonte; no Km de Vantagens Hall RJ, no Rio de Janeiro; na Fnac, em Curitiba; e na Bilheteria Sunset do Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre) e pontos de venda espalhados pelo Brasil. A pré-venda exclusiva para clientes cartão Elo termina às 21h, do dia 13 de dezembro.

Para o público em geral de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, as vendas começam dia 14 de dezembro, a partir de 00h01 pela internet (http://www.ticketsforfun.com.br/) e às 10h nas bilheterias oficiais (Citibank Hall, em São Paulo; no Km de Vantagens Hall BH, em Belo Horizonte; e no Km de Vantagens Hall RJ, no Rio de Janeiro) e pontos de venda espalhados pelo Brasil.

Já para o público em geral de Brasília, Salvador, Curitiba e Porto Alegre, as vendas começam no dia 15 de dezembro, a partir das 00h01 pela internet (http://www.ticketsforfun.com.br/) e às 10h nas bilheterias oficiais (sem taxa de conveniência: na Fnac Park Shopping, em Brasília; na Itaipava Arena Fonte Nova, em Salvador; na Fnac, em Curitiba; e na Bilheteria Sunset do Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre) e pontos de venda espalhados pelo Brasil.

Clientes cartão Elo poderão parcelar seus ingressos em até 8 vezes durante o período da pré-venda e terão este benefício estendido até 31 de dezembro de 2017. A partir de 01º de janeiro de 2018, poderão parcelar seus ingressos em até 3 vezes.

Já os clientes dos demais cartões poderão comprar seus ingressos a partir da abertura de vendas para o público geral com parcelamento em até 6 vezes até 31 de dezembro de 2017. A partir de 01º de janeiro de 2018, poderão parcelar seus ingressos em até 2x.
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

HammerFall: show conforme o esperado em SP, para a glória do metal


O show começou às 20h em ponto, conforme a mudança na programação divulgada alguns dias antes pela produtora. A casa estava lotada, realmente um grande público do heavy metal veio para curtir o retorno dos suecos, mais do que era até mesmo esperado. Tudo dava sinais de que a noite seria de grande festa para todos, para a glória do Power Metal.
E as coisas começaram super bem quando a banda entrou no palco e sacou “Hector’s Hymn”, do “(r)Evolution”. A música, apesar de não ser das antigas, se encaixa muito bem como abertura da banda e serve para o HammerFall marcar presença em torno da figura de seu “mascote” – se podemos chamar um cavaleiro templário de mascote. O som estava ótimo desde o início, a bateria soava em uma técnica perfeita e as guitarrasmuito bonitas. O público se empolgou bastante, cantando junto o refrão – apesar que muitos pareciam mais animados em filmar do que curtir o show.
A segunda já foi o clássico “Riders of the Storm” do icônico “Crimson Thunder”, que deixou o público insano. A música tem aquela pegada forte nas guitarras que deixa os fãs malucos, cantando junto a música inteira, até mesmo eclipsando os vocais de Cans em diversos momentos. No final da música, Cans disse o quanto a banda estava contente em voltar ao Brasil e esperava que o HammerFall fizesse novamente uma grande apresentação, para ficar na mente de todos.
Outros destaques vieram em seguida. A sequência “Blood Bound”, “Any Means Necessary” e “Renegade” foi um dos pontos altos do show. A primeira é emocionante, com seu vocal belíssimo cantando logo na introdução, dominada pelo ritmo do vocalista. A segunda foi uma das favoritas do público. Mais firme, cantante e dançante, ela empolga pela crueza de seu estilo e a força que a banda coloca em seu solo.
“Crimson Thunder”, outro dos destaques, vem encaixada com genialidade bem no meio da setlist. O momento baladinha é bonito e gruda na alma do público, que canta com prazer junto com Cans, repetindo exaustivamente o refrão.
O show voltaria a ir para seus momentos mais pesados já na parte final. Começando pelo clássico “Let the Hammer Fall”, do “Legacy”, uma joia da banda que nunca sai de moda. O público grita a plenos pulmões para cair o martelo, quando são golpeados por mais um belo solo de guitarra de Pontus Norgren.
Em seguida, Cans fala dos 20 anos do primeiro disco da banda, da união de uns jovens de Gotemburgo que em 1997 lançaram o “Glory to the Brave”. Em homenagem ao disco que alavancou o Hammerfall, a banda lançou primeiro um medley do disco. Altamente instrumental, ele é aberto com o público entoando “Stone Cold” a plenos pulmões. Logo em seguida, a banda encaixou “Glory to the Brave”, música emocionante, com um solo incrível e um refrão extremamente pegajoso. Teria sido muito mais bonito se essa música tivesse fechado o show, com uma digna homenagem.
No bis, a banda ainda sacou dois bons sucessos. “Bushido”, que parece ter conquistado um lugar no gosto do público dentre os últimos lançamentos da banda, e a belíssima “Hearts on Fire”, que sinalizava o final definitivo do show com outra festa, o público cantando com vontade o refrão e se entregando ao máximo.
Hammerfall continua no mesmo nível de sempre, e entregou novamente um show bastante competente no Carioca Club. O Power Metal anda em alta, e seu público extremamente presente, fazendo a festa mais uma vez.
Setlist:
1. Hector's Hymn
2. Riders of the Storm
3. Bring It!
4. Blood Bound
5. Any Means Necessary
6. Renegade
7. Dethrone and Defy
8. Crimson Thunder
9. Last Man Standing
10. Let the Hammer Fall
11. Built to Last
12. Medley to the Brave
13. Glory to the Brave
14. Origins
15. Punish and Enslave
Bis:
16. Hammer High
17. Bushido
18. Hearts on Fire
FONTE WHIPLASH
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Angra: você vai querer nos processar e nos perdoar com o ØMNI

Foto: Victor Rasga
Daniel Tavares: Aquela pergunta que eu já te falei que eu ia fazer. Eu vou mesmo fazer xixi, como é que tá esse disco novo do ANGRA?
Rafael Bittencourt: Cara, eu acho que você vai fazer xixi, você vai se coçar, você vai chorar em alguns momentos, você vai ter raiva, você vai querer me processar, depois você vai me perdoar e, se tudo der certo... na verdade, esse próximo disco é um processo que começou e que eu quero continuar nos próximos anos, não só no ANGRA, mas também no BITTENCOURT PROJECT e em tudo o que eu faço na minha carreira, porque eu acredito que eu atingi uma maturidade artística que eu venho perseguindo há muito tempo. E é com essa maturidade que eu estou criando o conceito do próximo disco, que eu acho que vai envolver bastante as pessoas. E é com esse conceito e com essa maturidade que eu quero construir o BITTENCOURT PROJECT e tudo o que eu vou fazer daqui pra frente.

Daniel Tavares: E como estão sendo as participações? O Kiko, ou o Marcelo, ou os dois, eles estão conseguindo contribuir.
Rafael Bittencourt: O Kiko está mais distante, mas ele vai contribuir em uma fase mais final, ele vai colocar solos, vai colocar algumas guitarras. O Marcelo esteve conosco no processo de pré-produção. Ele trouxe muitas ideias, trouxe ideias de riffs, trouxe partes para composições. Então, assim, em graus diferentes, de maneiras diferentes os dois estão participando sim.

Daniel Tavares: Esse disco vai ter convidados, como vocês tiveram a Simone Simmons no Secret Garden?
Rafael Bittencourt: Sim. A gente já tem alguns convidados aí que até já disseram que já aceitaram, mas é uma surpresa, né? Não tem como garantir essas participações, então eu preciso ter esses caras já tendo gravado pra gente pra podermos divulgar.
Daniel Tavares: Com o Kiko hoje no MEGADETH você acha que isso influenciou ainda mais no reconhecimento do ANGRA por parte do público gringo, não que ela já não fosse conhecida porque ela é muitas vezes mencionada por uma porção de artistas gringos, inclusive muitos que eu entrevistei, principalmente os caras mais do power, do melódico... Você acha que o Kiko lá ajudou a tornar o ANGRA ainda mais conhecido no mundo inteiro?
Rafael Bittencourt: Ah, com certeza, porque o Kiko estando no MEGADETH... o público do MEGADETH é o público, muitas vezes, do JUDAS PRIEST, do METALLICA, do SLAYER...Não é só um público do MEGADETH, mas é um público muito grande que entra em contato com a existência do ANGRA. Então aumentou sim a procura pra conhecer a banda, saber do que se trata a banda e tal. Isso, de certa forma, é bom.

Daniel Tavares: Você canta muito bem. E não é porque eu estou falando com você, mas eu adorei "Storm of Emotions", "Silent Call"... Quando o ANGRA ficou um tempo sem vocalista, porque você não se tornou o vocalista do ANGRA?
Rafael Bittencourt: Ah, várias razões. Eu achei que, primeiro dar conta do repertório do ANGRA, do repertório com o ANDRE MATOS, do repertório com o Edu, seria difícil. Criar minha própria identidade como vocalista não acho que seria o problema. O problema é justamente ter a versatilidade suficiente para interpretar a personalidade vocal de outros. Segundo, as músicas do ANGRA já são difíceis de cantar e também de tocar. Fazer as duas coisas ao mesmo tempo é um desafio ainda maior. E terceiro, eu acho que o público do ANGRA passou a vida tendo um frontman, um vocalista pra, vamos dizer, entreter, criar toda aquela... conduzir o show, né? E um vocalista que toca guitarra ele fica mais preso, né? Então eu preferi ter um vocalista que me desse espaço pra cantar também.
Foto: Gandhi Guimarães
Foto: Gandhi Guimarães
Daniel Tavares: Existe uma coincidência que é um pouco estranha, inusitada, mas as duas maiores bandas de Heavy Metal do Brasil, hoje, tem vocalistas estrangeiros, no caso o ANGRA e o SEPULTURA. O que você diz sobre isso, não termos um brasileiro capitaneando essas duas que são as maiores bandas do Brasil.

Rafael Bittencourt: É. Foi um acidente que aconteceu no nosso caso. No caso do SEPULTURA eu não sei explicar, mas no nosso caso foi quase que um acidente porque a gente queria um vocalista brasileiro, a gente queria que a banda se mantivesse de brasileiros na sua essência e tal, porém, a gente, com mais de vinte anos de estrada, precisava também de alguém que já tivesse o respeito do público fora do Brasil, dentro e fora do Brasil, né? E a gente também não responde sozinho. Temos a gravadora, temos a opinião dos parceiros de fora do Brasil, que também influenciam nessa decisão, e achamos todos melhor ter um vocalista que já tivesse um respeito, porque você tem que gastar muito tempo e dinheiro pra convencer as pessoas, criar um novo ídolo. É muito duro, muito difícil, muito arriscado pegar uma pessoa desconhecida e você criar um novo ídolo, um novo mito. É muito mais fácil, mais tranquilo, menos arriscado você contratar, chamar alguém que já é um ídolo, que já um mito.
Daniel Tavares: Entendi. Vocês com o "Holy Land" e o SEPULTURA com o "Chaos A.D." e depois o "Roots" proporcionaram com que hoje nós tenhamos bandas como o ARANDU ARAKUAA. Eu nem sei como se pronuncia esse nome. Mas ainda não temos um folk metal brasileiro. Nós temos folk metal no Brasil, mas com aquela temática celta, viking, coisas que não são daqui. Você acha que o público brasileiro é mais fechado pra esse tipo de coisa. É mais complicado que nós tenhamos mais de um "olodum metal", além do que vocês já fizeram?
Rafael Bittencourt: É. Eu espero que a gente comece a ter mais isso, né? Eu acho que ainda falta pro brasileiro, pro fã de metal brasileiro... o brasileiro tem bastante orgulho de sua própria cultura, mas eu acho que o fã de metal brasileiro, às vezes, não. É, ainda tem o complexo de ser do terceiro mundo, de querer se auto-afirmar, de querer falar que "meu país é sub-desenvolvido mas, eu, não, porque eu sei imitar direitinho o europeu. Eu não sou do terceiro mundo porque eu sei imitar direitinho o americano. Eu toco igualzinho aos guitarristas americanos". A gente tem um complexo e uma macaquice, no sentido de tentar imitar, que é o que não permite a gente entrar na nossa essência criativa e sermos mais originais. E ao mesmo tempo, essa fusão com a nossa cultura tem que ser um pouquinho mais honesta, mais sincera. Acho possível que as bandas, ou seja, os integrantes, estejam perdendo mesmo a conexão com a cultura, porque não adianta você pegar os clichês do olodum e botar no teu amp de guitarra e achar que aquilo vai soar bem. Não é bem assim. Tem que ter no teu sangue, tem que ter na tua apreciação musical, tem que ter no seu ouvido, tem que ter incorporados na sua musicalidade os elementos da sua raiz. Se não tiver, vai fazer sucesso, vai ter mais força aquele que tiver, independentemente de onde ele vem.
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Lyric video de "Travelers of Time".

Daniel Tavares: E falando sobre raízes, a pergunta que eu sempre faço. Quando eu entrevisto um gringo eu pergunto sobre músicas brasileiras. Pra você eu pergunto sobre os músicos nordestinos. Quais são os que você conhece? Quais são os que você aprecia e quais tiveram alguma influência na sua vida. E como o nosso tempo já está acabando, você pode também deixar sua mensagem, conversa com todo mundo, fala mais sobre o DVD, o que você quiser falar.
Rafael Bittencourt: Bom, sobre os músicos nordestinos tem uma infinidade, né? A Banda de Pífanos de Caruaru é muito legal, porque eles mantem a tradição, né? As bandas de pífanos, porque são várias. A gente tem o Quarteto Romançal, o Quinteto Armorial, também, que fizeram música instrumental muito boa. Gosto muito de Egberto Gismonti, não lembro exatamente de onde ele é [Nota: o músico é, na verdade, fluminense] mas acho que ele tem bastante argumento nordestino. A gente tem aí o SpokFrevo Orquestra, que é um gênio e é um cara que tá aí viajando o mundo, mostrando a música brasileira em grande estilo. Luciano Mário, Fred Andrade, grandes guitarristas aí, também do Nordeste. Bom, fora, Alceu Valença, Moraes Moreira, o próprio Zé Ramalho, caras da música brasileira que eu admiro bastante...Lenine... Eu acho que a musicalidade é riquíssima aí no Nordeste, de várias vertentes musicais.

Daniel Tavares: Você já ouviu alguma das versões que fizeram das músicas do ANGRA por bandas de forró? Calcinha Preta, Mala Sem Alça... O que você achou delas?
Rafael Bittencourt: Sim. Sim. Olha a versão da Calcinha Preta eu achei um pouco melhor que a do Mala Sem Alça. Acho que é a "Stand Away". Eu acho que descaracteriza um pouco o estilo. Deixa de ser uma balada do Heavy Metal e tal, mas eu gosto, eu gosto que façam versões das nossas músicas, eu gosto que tentem traduzir pra outras culturas e gosto de saber que a nossa musicalidade transcende um nicho, transcende um segmento. Quando você está trabalhando com um segmento, com um nicho, com um tipo específico de público, de pessoa, você gostaria de saber lá no fundo se outras pessoas entenderiam a sua música, né? E depois que eu vi essas músicas traduzidas, e elas foram até mantidas bem, foram mantidas em seu original, com exceção de uma letra em português apropriada para aquele público. E o público gostou, né? Então eu acho que isso mostra que a nossa musicalidade, que o que a gente tem pra dizer, que o que a gente pra expressar transcende o nicho e fala mais sobre a alma humana que os problemas, que um nicho específico, um segmento de público específico.

Daniel Tavares: Agora sua mensagem para todos que estão lendo e vão ouvir esta entrevista nas semanas que vão vir.
Rafael Bittencourt: Pra todos que leram até aqui, muito obrigado por ter chegado neste ponto e obrigado por apoiar os músicos de metal brasileiro. Vamos também levar então a consciência da necessidade de que o metal brasileiro precisa encontrar sua própria identidade, precisa ter orgulho da sua própria raiz, precisa ter orgulho das suas diferenças. Onde nós somos diferentes do metal europeu, do americano, do resto do mundo, a gente tem que ter orgulho dessas diferenças. E se apoiar no sentido de entender que a união faz a força. Quanto mais nós tivermos o senso de colaboração, mais todos ganharão.
O "ØMNI" será lançado em 16 de fevereiro do ano que vem. A track list já foi divulgada. Leia a primeira parte desta entrevista, com foco maior no BITTENCOURT PROJECT, no link abaixo:
899 acessosBittencourt Project: DVD é uma grande realização pessoal de Rafael
Track list:
1. Light of Transcendence
2. Travelers of Time
3. Black Widow’s Web
4. Insania
5. The Bottom of My Soul
6. War Horns
7. Caveman
8. Magic Mirror
9. Always More
10. ØMNI - Silence Inside
11. ØMNI - Infinite Nothing

FONTE WHIPLASH

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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Novo álbum do WhiteSnake já tem título


O Whitesnake vai lançar seu novo álbum de estúdio no início de 2018 via Warner Music Group & Rhino Entertainment. O disco deve se chamar "Flesh & Blood".

David Coverdale disse no começo do ano que a banda nunca teve uma quantidade tão imensa de material bom para um novo disco: "Trabalhei, pela primeira vez como co-autor, em conjunto com (os guitarristas) Reb Beach e Joel Hoekstra. Pois quando Joel entrou na banda, estávamos trabalhando no 'The Purple Album' (disco de releituras do Deep Purple)".


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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Nova edição digital de 'Defender Of Metal', do Hellish War, já está disponível



O clássico disco de estreia do grupo agora também está disponível em todas as principais plataformas de música e inclui uma faixa bônus inédita

"Defender Of Metal" é um dos melhores álbuns de metal tradicional de toda América do Sul". Essa afirmação é do alemão Volker Raabe, produtor de shows e empresário, responsável pelo SwordBrothers Festival, um dos mais importantes festivais europeus voltados exclusivamente ao metal 'old school' e que teve o Hellish War como atração em sua edição de 2009. 

Muitos são os metalheads ao redor do mundo que se fariam valer da declaração acima. Originalmente lançado pela Megahard Records em 2001, "Defender Of Metal" é uma verdadeira declaração de amor ao heavy metal. Músicas como "We Are Living For The Metal", "The Sign", "Memories Of A Metal" e a faixa título tornaram-se hinos de devoção incondicional ao Metal para muitos fãs da banda espalhados pelo Brasil e principalmente Europa, onde a banda já excursionou duas vezes.

"Defender Of Metal" não só projetou a carreira do Hellish War internacionalmente, mas moldou a personalidade musical do grupo que foi aprimorada nos trabalhos subsequentes, "Heroes Of Tomorrow" de 2008 e "Keep It Hellish" de 2013. O disco ao vivo "Live In Germany" (2010) também veio recheado de clássicos do debute e provou o poder de fogo dessas faixas entre o público europeu.

Passados 15 anos do lançamento de "Defender Of Metal" - que ganhou versão europeia através da gravadora alemã Pure Steel Records -, o Hellish War se viu na obrigação de celebrar a data junto aos fãs através de um relançamento especial do álbum e alguns shows especiais que aconteceram ao longo do ano de 2017.  
"Defender Of Metal" agora pode ser ouvido em streaming ou adquirido através das principais plataformas de música digital. Na nova versão os fãs da banda poderão ouvir a regravação inédita da faixa título do álbum, agora com as vozes do atual vocalista, Bil Martins.
Spotify: https://goo.gl/UaWPMm  
Deezer: https://goo.gl/1CuyWq  
Google Play: https://goo.gl/M92gp2  
iTunes: https://goo.gl/Cb6JQ1

Além de Bil, o Hellish War também é formado pelos guitarristas Vulcano e Daniel Job, o baixista JR e o baterista Daniel Person.

Mais Informações: 
www.facebook.com/hellishwar 
www.twitter.com/hellishwar 
www.youtube.com/hellishwarofficial 

Press Release e Gestão Cultural:
Eliton Tomasi - SOM DO DARMA
eliton@somdodarma.com.br
www.somdodarma.com.br
(15) 3211-1621   

Crédito Fotos: Eliton Tomasi 


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Super 7 lança nova linha de Action Figures do Iron Maiden


A Super 7 anunciou, em parceria com o Iron Maiden, o lançamento de uma nova linha de action figures do Eddie. No melhor estilo dos brinquedos What If dos anos 80, os novos bonecos do nosso mascote favorito são articulados, possuem 3,75 polegadas e virão acompanhados de seus respectivos acessórios.

A linha ReAction Figures do Iron Maiden estará disponível no dia 8 de dezembro, na loja online www.super7store.com, inicialmente com os modelos Aces High, Killers, Powerslave e The Trooper. Confira as imagens:










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Ouça música inédita cantada por Lemmy Kilmister




Chegou nesta sexta-feira (01) aos serviços de streaming uma canção que leva o nome de “We Are the Ones” e que traz os vocais de Lemmy Kilmister.

A música foi escrita pelo guitarrista e compositor Chris Declercq, que convenceu o líder do Motörhead a colocar a voz e fazer o baixo para a composição, pouco antes de sua morte em 2015.

O produtor Cameron Webb, que já havia trabalhado com os caras do Motörhead, se encarregou de fazer a mixagem no estúdio de Dave Grohl, em Los Angeles.

Josh Freese, antigo baterista do Guns N´Roses foi convidado para marcar presença nessa incrível faixa, que pode ser ouvida no player abaixo:


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Novo livro compila os grandes momentos do Led Zeppelin ao vivo




Será lançado dia 31 de janeiro o livro “Led Zeppelin Live Times”. A obra traz fotos clicadas pelo fotógrafo Robert Ellis durante os shows que a lendária banda britânica realizou na Inglaterra durante o período de 1969 a 1979.

O livro vem com capa dura e traz mais de 500 imagens em suas 200 páginas. O documentário fotográfico abrange o período entre a apresentação da banda de Jimmy Page no Royal Albert Hall em 1969 e vai até a icônica despedida do solo britânico com os dois shows lotados no Knebworth Festival em 1979.

Não há previsão de lançamento de “Led Zeppelin Live Times” no mercado brasileiro.



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The Darkness lança clipe de 'Happiness'


A banda britânica The Darkness lançou o clipe da música “Happiness” que está no álbum “Pinewood Smile” lançado no mês de outubro desse ano. Veja o clipe logo abaixo:


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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Turnê do Hammerfall começa nesta sexta em São Paulo



Começa nesta sexta -feira, 1º de Dezembro, a turnê brasileira da banda sueca de power metal HAMMERFALL .
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A banda irá se apresentar em três capitais divulgando seu novo álbum "Built to Last", lançado mundialmente em 2016, juntamente com um set recheado de clássicos e muitas surpresas:
1 de Dezembro – São Paulo, @Carioca Club
2 de Dezembro – Belo Horizonte, @Music Hall
3 de Dezembro – Fortaleza, @Armazém
O HAMMERFALL existe desde 1993 e atualmente é formado por Joacim Cans (Vocais), Oscar Dronjak (Guitarra), Pontus Norgren (Guitarra), Johan Koleberg (Bateria) e Fredrik Larsson (Baixo).

Confira abaixo a mensagem da banda convocando os fãs brasileiros para os shows no Brasil:


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